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Restaurante Gugut: Herança italiana em clima de fazenda
O chef Augusto Bonfim, conhecido como Gugut, é quem comanda desde a parte administrativa até a cozinha do restaurante que leva seu apelido. Descendente de imigrantes italianos, ele carregou da infância os sabores que hoje traz à mesa dos clientes.
Os pães caseiros, as tortas e massas sempre estiveram no cardápio de Gugut, que fez dos dotes culinários herdados da família, um negócio gastronômico de sucesso. E é neste clima familiar, que o restaurante Gugut, localizado em Vargem Grande no Rio de Janeiro, recebe amigos e clientes fiéis.
O ambiente, além do salão principal, é composto por bar, varanda, choupana no jardim, casinha de boneca e brinquedos para as crianças. O clima de fazenda remete às delícias da boa mesa... E opções não faltam!
No cardápio de porções, os pastéis e os bolinhos de bacalhau e aipim são os preferidos da clientela. Como entrada, destaque para o caldinho de feijão servido na taça. O Restaurante Gugut ainda oferece um cardápio de carnes especiais que lista, dentre outras delícias, a costela no bafo, o leitão à pururuca e o javali à brasileira.
Os frutos do mar também podem ser apreciados em versões de moqueca e caldeirada. Outra especialidade da casa é o File ao Gugut, que serve duas pessoas. O prato leva Filé mignon grelhado, gratinado com queijos mussarela e parmesão, purê de batatas, creme de tomate e manjericão.
Para sobremesa, as compotas brasileiras são muito requisitadas. Os potes 100% naturais aparecem em sabores exóticos, como jaca, ambrósia, jenipapo e carambola.
Serviço:
Endereço: Est. do Rio Morto, 541 – Vargem Grande, Rio de Janeiro
Horário de Funcionamento: De quarta à sexta, das 12h00 às 17h00 e aos sábados e domingos, das 12h00 às 19h00
Telefone: (21) 2428-1343 / (21) 9999-3772
Site: www.gugut.com.br
Capacidade: 140 pessoas
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Delícias do Mar na Toca da Garoupa
Inaugurado em 1986, o Restaurante Toca da Garoupa é hoje um dos melhores restaurantes especializados em frutos do mar de Santa Catarina. A qualidade dos produtos do cardápio, conquistou ao longo dos anos, os paladares mais exigentes.
E uma das razões do extraordinário sucesso da casa é a paixão do proprietário, Ney Mund Filho (Neco), pelo mar. Mergulhador profissional, ele se tornou um expert na captura da garoupa, peixe arredio que habita as águas que banham os costões catarinenses, e em qualquer sinal de ameaça, se esconde em tocas praticamente inabitáveis.
Daí surgiu o nome do restaurante que há mais de vinte anos oferece as mais deliciosas iguarias do mar. Em um ambiente charmoso, agradável e climatizado, os clientes podem experimentar as mais variadas receitas gastronômicas servidas no sistema à La carte, dentre elas, a tradicional moqueca mista.
“O prato é um dos mais pedidos no restaurante. E tudo é preparado com muito capricho”, diz o gerente Murilo Bastos.
Primeiro, em uma panela tipo caçarola são colocados os temperos e o azeite de dendê, alternando com camadas de cebolas cortadas em anéis. Depois são acrescentados os tomates e pimentões em rodelas. Na seqüência, são acrescentadas as postas de garoupa com os camarões, mariscos, polvo e lula previamente temperados com sal, vinho branco seco, um toque de pimenta-do-reino e azeite de oliva. Após 30 minutos de cozimento, a delícia está pronta para ser servida.
Tanto cuidado na preparação dos pratos rendeu à Toca da Garoupa o Selo Internacional de Segurança Alimentar, que consagra os melhores restaurantes do mundo.

Serviço:
Endereço: Rua Alves de Brito, 178 – Centro, Florianópolis (SC)
Telefone: (48) 3223.1220
Horário de Funcionamento: das 12:00h às 15:00h e das 19:00h às 24:00h
Contato: toca@tocadagaroupa.com.br
Ano de Abertura: 1986
Site: www.tocadagaroupa.com.b
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Poetando em Paraty - 2
por Paulo Rezende.
A Flip é o paraíso dos poetas (cachaceiros ou não). A programação oficial em si é meio metida a besta. Descobrem uns gringos de quem gente normal da área nunca ouviu falar, e sobre os quais nunca mais ouviremos, a não ser que voltem a Paraty. Mas o que rola em volta é demais: oficinas, palestras, papo, mais papo, muito papo.
À noite a programação dá um tempo, mas a Poesia não. Principalmente no Bar do Escritor, que estreou este ano a poucos passos do “templo” principal da Flip. Tirando o banner da Poesia, colocado estrategicamente na frente, parece um bar normal de praia. Você nem dá muita coisa por ele. Mas só juntou gente boa nos dias da festa.
De cara, na primeira tarde que passei por lá pra conhecer a turma, tinha uma equipe da TV Brasil, fazendo uma matéria sobre os autores. É, o Bar do Escritor é uma comunidade iniciada na internet, que hoje tem milhares de seguidores Brasil afora. Tudo gente chegada a letras. Este ano resolveram marcar um encontro em Paraty, e criaram o Bar lá. O Anselmo, o alquimista que transforma cana em poesia, apostou na idéia, e bancou patrocínio. Mandou pra lá também umas garrafas, além dos livros. Coitadas das garrafinhas: ninguém cansava de passar a mão nelas, virar de um lado pro outro... Igual àquelas primas taradas, lembra?
Mas acabada a reportagem da equipe da TV Brasil, o pessoal sentou numa mesa e foi apresentado à Poesia. Dúvidas iniciais: “vai você primeiro”, “não, você”, “prometi à mamãe que não beberia mais cachaça”, e por aí afora. Dado o primeiro golinho, virou disputa: “opa, esse é meu”, “ei, não toma tudo não”, “dessa, mamãe aprova”... O pessoal só foi embora porque tinha uma entrada ao vivo mais tarde.
Passei na entrada da tenda principal enquanto eles se preparavam para o jornal. Todo mundo firme, profissional (mesmo porque cachaça boa não deixa dar problemas). Comentei com a repórter que os olhos estavam lindos, bem mais brilhantes que à tarde: “Maquiagem, querido, maquiagem!”
Acabou o jornal, guardaram o equipamento, e dali a pouco, ó os jornalistas no Bar do Escritor. Gente de casa, já. Copinhos de Poesia em cima da mesa, e um bom estoque no hotel.
Fiquei pouco, que não estava ali só como autor “homenageado”, graças ao Anselmo (veja ao lado a foto do livro da Poesia, ao lado das outras publicações da turma do Bar): no outro dia tinha uma porção de palestras, oficinas, entrevistas...
Subi a pé para a pousada, a uns dois quilômetros de distância. A única que consegui. Um quartinho minúsculo, um beliche, um banheiro e uma surpresa para a noite: uns quatrocentos pernilongos que esperaram só apagar a luz para ferver em cima de mim. Passei a noite entre gemidos e chupadas: nhém pra lá, nhém pra cá, tapa, cobre a cabeça, sufoca, descobre, tapa, porrada...
De manhã, quando me levantei, ainda consegui matar uns três ou quatro. Mas levaram vantagem, porque eu estava meio grogue de sono. Sentado na cama, vi uma longa fila deles escapando pela janela do banheiro: torci para que na próxima noite procurassem sangue estrangeiro, e me deixassem em paz.
Continua...
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Poetando em Paraty – 1
por Paulo Rezende.

A Poesia é uma cachaça. Literalmente, e em todos os sentidos: tanto como bebida (esta de Munhoz, claro) tanto como versos que mexem com a gente (um Carlos Drummond de Andrade, por exemplo).
Para quem gosta de poesia, em verso ou em prosa, participar da Festa Literária Internacional de Paraty (a tal da Flip) é algo único.
Quer uma comparação? Você gosta de uma boa cachaça? Imagine que um amigo muito chegado seu, que você não vê há anos, liga, diz que está na cidade e que trouxe pra você uma cachaça maravilhosa, junto com um quilo do melhor tira-gosto do mundo (escolhe o seu aí; pra mim, lingüiça de Minas curtida em cima do fogão a lenha). Seu amigo chama pra tomarem uma. Quando desliga, sua mulher ( a sua, não dele) liga avisando que resolveu ir na casa de sua sogra com as crianças, e só volta amanhã. Você está solto para uma noite de cachaça e conversa fiada. A Flip? Mais ou menos assim.
Outra comparação? Imagine que você tem dezessete anos. Vai visitar sozinho aquele ramo da família que mora em outro estado. Chega lá e descobre que aquela sua priminha chata virou um mulherão maravilhoso. Toda toda pra cima de você e com os tios confiando. A Flip? Três primas assim, em regiões diferentes...
Por isso, imaginem só o tesão que fiquei (desculpem, mas é a única palavra à altura) quando fui convidado pra ir a Paraty durante a Flip, para o lançamento do livro “Prosa e Poesia: para ler e degustar”. A idéia foi do meu patrono e amigo Anselmo, que me ajudou a botar o livro no mundo: doze histórias de cachaça inspiradas pela Poesia. Olha na foto ao lado o lugar que o Anselmo me arranjou pra lançar o livro: um boteco de praia, o Bar do Escritor.
Passei uma semana de doido, entre o convite e a viagem. Não só torcendo pra que chegasse logo, mas também para que eu conseguisse estar no ônibus na hora certa: tinha um monte de compromissos que não podia deixar pra trás. Acabei largando alguns, e lá fui eu.
Primeira noite, palestras, gente diferente, altos papos, cachaça, cerveja... Mal comparando? Você tem 17 anos, um amigo do peito, um litro de cachaça, um tira-gosto e, de quebra, aparecem duas primas assanhadas (uma sua, outra dele, não que isso importe). Sua mãe viajou com seu pai. Ainda é sexta, e só voltam no domingo... Me senti assim, no primeiro dia da Flip (não comi ninguém, mas isso já não importa tanto hoje, meus 17 anos andam já bem passados). Também não fui comido, o que, para conservadores como eu, é importantíssimo, aos 17 ou em qualquer outra idade...
Continua...
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Alquimia do Poeta - África
A Cachaça Poesia apresenta mais uma receita exclusiva da seção Alquimia do Poeta.
Para os apreciadores da típica bebida brasileira, o chef de bar Jailson José da Silva apresenta um drink exótico e prá lá de saboroso: o Drink África.
O nome “Drink África” surgiu do licor Amarula, um dos ingredientes desta bebida que tem como principal item a Marula Fruit - uma fruta tipicamente africana.
O drink leva em sua fórmula a Cachaça Poesia, Amareto e Amarula. Uma mistura picante, ideal para os dias de inverno.
Jailson criou o drink ao testar novas misturas para a carta de bebidas do Barito Gourmet - bar, café e restaurante localizado no centrinho da Vila Capivari, em Campos do Jordão. Saiba mais.
A bebida altamente digestiva combina com o Queijo Brie e frutas vermelhas, e também com o Fondue de queijo Barito - um queijo artesanal com receita exclusiva do chef Thiago Silva.
Abaixo, o passo-a-passo do sabor especial do Drink África – uma receita exclusiva do chef de bar Jailson José da Silva.
DRINK ÁFRICA
Ingredientes:
30 ml de Cachaça Poesia
30 ml de licor Amareto
40 ml de licor Amarula
Modo de Preparo:
- Coloque todos os ingredientes em uma coqueteleira e bata com cubos de gelo.
- Monte o drink em uma taça flut.
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NOTA:
Poesia é uma bebida desenvolvida para ser apreciada PURA, sem qualquer disfarce palatativo, porém não poderíamos deixar de atender àqueles amantes de deliciosos coquetéis...
Por sua composição química privilegiada e suas características sensoriais únicas Poesia recebeu a Grande Medalha de Ouro sendo eleita a melhor cachaça no "Concours Mondial de Bruxelles".
Valorize suas receitas com Poesia e preserve sua saúde.
Um brinde a todos os alquimistas!
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Delícias Brasileiras com Cachaça - Lançamento acontece hoje em BH
O evento de lançamento acontece hoje as 19 horas na livraria Mineiriana, rua Paraíba, 1419, bairro Savassi.
Especialista e apreciadora da tradicional bebida brasileira – a famosa cachaça – a escritora Miriam Cerrutti se lançou, mais uma vez, no mercado editorial-literário.
Desta vez, ela se dedicou a reunir receitas inéditas para compor o saboroso livro “Delícias Brasileiras com Cachaça”.
A edição lançada no mês de julho traz 30 maravilhosas receitas de frutos do mar, peixes, carnes e aves – tudo com um ingrediente especial: a cachaça. “A bebida harmoniza perfeitamente com a culinária brasileira”, comenta Miriam Cerrutti.
Miriam, que também é autora do livro “Coquetéis com Cachaça”, agora quer difundir as receitas de seu segundo livro por todo o Brasil. “Pretendo viajar o país a fim de lançar o ‘Receitas Brasileiras com Cachaça’ em feiras, exposições e eventos gastronômicos. A idéia é fazer com que a cachaça seja, definitivamente, incorporada ao menu de cada dia”, ressalta.
Sobre a autora
Miriam Cerrutti também é produtora de cachaça e empresária. É a primeira escritora a tratar diretamente e a tentar incluir a cachaça, no dia a dia da culinária brasileira.
Informações: 031 - 3372 7494
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Um gostinho diferente à mesa
Escritora lança livro sobre a harmonização da cachaça com a culinária brasileira
Especialista e apreciadora da tradicional bebida brasileira – a famosa cachaça – a escritora Miriam Cerrutti se lançou, mais uma vez, no mercado editorial-literário.
Desta vez, ela se dedicou a reunir receitas inéditas para compor o saboroso livro “Delícias Brasileiras com Cachaça”.
A edição lançada no mês de julho traz 30 maravilhosas receitas de frutos do mar, peixes, carnes e aves – tudo com um ingrediente especial: a cachaça. “A bebida harmoniza perfeitamente com a culinária brasileira”, comenta Miriam Cerrutti.
Miriam, que também é autora do livro “Coquetéis com Cachaça”, agora quer difundir as receitas de seu segundo livro por todo o Brasil. “Pretendo viajar o país a fim de lançar o ‘Receitas Brasileiras com Cachaça’ em feiras, exposições e eventos gastronômicos. A idéia é fazer com que a cachaça seja, definitivamente, incorporada ao menu de cada dia”, ressalta.
Sobre a autora
Miriam Cerrutti também é produtora de cachaça e empresária. É a primeira escritora a tratar diretamente e a tentar incluir a cachaça, no dia a dia da culinária brasileira.
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Churrascaria Majórica, sempre uma boa pedida...
Almoçar em uma churrascaria sempre é uma boa pedida para quem está entre amigos ou em família. Ainda mais, se o cardápio for variado e com a merecida qualidade gastronômica, exigida por paladares apurados. E é exatamente esta qualidade que a equipe da Churrascaria Majórica, localizada no bairro do Flamengo no Rio de Janeiro, oferece à sua clientela.
Há quase cinco décadas, a equipe de aproximadamente 70 funcionários da Majórica preza pela qualidade no atendimento e pelas receitas exclusivas do cardápio.
No cardápio, a campeã de pedidos é a picanha especial temperada com sal grosso. A carne caiu no gosto da clientela e é, de longe, o maior sucesso da casa, que tem seus 250 lugares, diariamente lotados.
Para acompanhar as carnes, há opções como a batata suflê – frita em duas temperaturas diferentes – a farofa de ovo, a farofa de banana e o arroz maluco, à base de ovo, bacon e batata palha.
Um diferencial da Churrascaria Majórica é que todas as carnes são feitas na brasa, com todo o cuidado que o preparo artesanal de carnes merece. Além das carnes, a Majórica também oferece amplo cardápio de peixes e frutos do mar.
Outro diferencial é o sistema de atendimento. Enquanto a maioria das churrascarias trabalha no sistema de rodízio, a Majórica se destaca pelo sistema à lacarte. Os pratos, além de deliciosos, também enchem os olhos por sua beleza e fartura.
Para beber, há opções em sucos, refrigerantes, vinhos, chopes e cachaças.
Para a sobremesa, as sugestões são o profiterólis, o creme de papaia com cassis, o brownie e o petit gateau.
Serviço:
Endereço: Rua Senador Vergueiro, nº de 11 à 15, Flamengo – Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2205-6820
Horário de Funcionamento: De domingo à quinta das 12 horas à meia-noite. De sexta e sábado, até 01 hora.
Quantidade de Lugares: 250
Ano de Abertura: 1961
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Alquimia do Poeta
A Cachaça Poesia estréia hoje mais uma ferramenta de interação com você!
Para os apreciadores da mais típica bebida brasileira, a seção Alquimia do Poeta traz receitas inovadoras de drinks, coquetéis e até de culinária, feitas com Poesia.
Para estrear a seção Alquimia do Poeta, convidamos o bartender paulistano Paulo Monteiro, da equipe MaisBar.
Bartender há oito anos, ele assessora bares, dá aulas de coquetelaria, representa marcas de bebidas de sucesso no mercado e ainda cria receitas inusitadas de drinks, que além de saborosas são verdadeiras obras de arte, também para os olhos.
Paulo Monteiro topou o desafio da Alquimia do Poeta e criou uma receita criativa e deliciosa de drink, que mistura Poesia e café: é o drink “Poema de Inverno”.
O drink inspirado no clássico coquetel Irish Coffee é uma ótima pedida para aquecer casais em ambientes intimistas, nos dias de inverno. Segundo o bartender Paulo Monteiro, a bebida combina com romance e boa conversa, e ainda reserva uma surpresa no primeiro gole. “Logo no primeiro gole, a reação é dizer que a bebida tem Poesia... É uma combinação realmente surpreendente! Isso porque, a Cachaça Poesia é o que dá o diferencial do drink, cujos demais ingredientes são apenas complemento”, ressalta.
Além de encher os olhos, o belo drink exclusivo de Paulo Monteiro, traz ainda um sabor especial para aquecer os paladares neste inverno.
POEMA DE INVERNO
Ingredientes:
30 ml de Cachaça Poesia
1 colher (chá) de açúcar
15 ml de licor de chocolate ou capuccino ou amendoas
200 ml de café bem quente (amargo)
chantilly à gosto
Modo de Preparo:
- Coloque em 1 copo (de 300 ml) o açúcar e em seguida despeje o licor de chocolate e a CACHAÇA POESIA.
- Mexa até dissolver o açúcar e despeje o café bem quente.
- Em seguida, coloque o chantilly e decore de acordo com sua preferência (polvilhar chocolate em pó, café granulado, canela em pó...)
OBS: Sirva em copo com vidro resistente e grosso, pois se trata de um coquetel quente, podendo quebrar o copo e/ou "queimar" as mãos. Não coloque canudo, pois pode queimar a boca ao puxar o coquetel quente. Se quiser, coloque uma colher (utensílio) de café ou sobremesa para que possa pegar o chantilly antes ou depois de beber o coquetel.
NOTA:
Poesia é uma bebida desenvolvida para ser apreciada PURA, sem qualquer disfarce palatativo, porém não poderíamos deixar de atender àqueles amantes de deliciosos coquetéis...
Por sua composição química privilegiada e suas características sensoriais únicas Poesia recebeu a Grande Medalha de Ouro sendo eleita a melhor cachaça no "Concours Mondial de Bruxelles".
Valorize suas receitas com Poesia e preserve sua saúde.
Um brinde a todos alquimistas!
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Poesia em Evidência

A loja Evidência Modas promoveu, no último dia 22, um desfile de moda para o lançamento da coleção inverno 2010. O evento, em parceria com a Cachaça Poesia, foi realizado no BDC - o "Bar dos Carecas", em Mogi Mirim. À frente da apresentação do desfile de modas estavam as empresárias Lurdinha Martins e Margareth Baldasso.


Durante o desfile, houve degustação da Cachaça Poesia e brindes para os convidados. Também marcou presença no evento, o empresário Anselmo Bueno, mestre-cachaceiro e produtor da típica bebida brasileira, produzida em Munhoz (MG), desde 2007.
Serviço:
Estabelecimento: Evidência
Endereço: Rua Dr. José Alves, 386, Mogi-Mirim - SP
Telefone: (19) 3552-1202
essencia_lu@hotmail.com




